quarta-feira, 20 de novembro de 2013

20 de novembro - Dia Nacional da Consciência Negra

O Dia Nacional da Consciência Negra  é celebrado em 20 de novembro no Brasil e é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. A semana dentro da qual está esse dia recebe o nome de Semana da Consciência Negra.
A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. O Dia da Consciência Negra procura ser uma data para se lembrar da resistência do negro à escravidão de forma geral, desde o primeiro transporte de africanos para o solo brasileiro (1549).
Algumas entidades como o Movimento Negro (o maior do gênero no país) organizam palestras e eventos educativos, visando principalmente crianças negras. Procura-se evitar o desenvolvimento do auto-preconceito, ou seja, da inferiorização perante a sociedade.
Outros temas debatidos pela comunidade negra e que ganham evidência neste dia são: inserção do negro no mercado de trabalho, cotas universitárias, se há discriminação por parte da polícia, identificação de etnias, moda e beleza negra, etc.
O dia é celebrado desde a década de 1960, embora só tenha ampliado seus eventos nos últimos anos.
O nosso grupo de estudo  reforça que disseminamos e defendemos os direitos humanos em prol justamente da valorização de todos, independente de raça, religião, sexualidade, pois somos todos antes de tudo, Humanos.

Flávia Tavares Gomes
Graduanda de Pedagogia/UFPB
Voluntária do Projeto Educação em Direitos Humanos: construindo um sujeito de direitos nas salas de EJA, PROLICEN/UFPB/2013.
Membro do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da UFPB

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Levante essa bandeira junto conosco!

Flávia Tavares Gomes
Graduanda de Pedagogia/UFPB
Voluntária do Projeto Educação em Direitos Humanos: construindo um sujeito de direitos nas salas de EJA, PROLICEN/UFPB/2013.
Membro do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da UFPB

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Reflita!

Façamos todos nós no nosso dia-a-dia a mudança que almejamos no outro.



Flávia Tavares Gomes
Graduanda de Pedagogia/UFPB
Voluntária do Projeto Educação em Direitos Humanos: construindo um sujeito de direitos nas salas de EJA, PROLICEN/UFPB/2013.
Membro do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da UFPB



COLETA DAS SITUAÇÕES GERADORAS - 2013

Escola Municipal Senador Ruy Carneiro...
Ao décimo quinto dia do mês de agosto do corrente ano, fomos a Escola Municipal Senador Ruy Carneiro, situada no bairro de Mandacaru, na cidade de João Pessoa, Estado da Paraíba às 19h30.
Primeiramente falamos com a diretora da escola a qual nos recebeu muito bem. Posteriormente falamos com a supervisora escolar, a mesma mostrou-se muito feliz em receber e trabalhar a temática dos Direitos Humanos na escola com os alunos da Educação de Jovens e Adultos- EJA por mais um ano, uma vez que esse projeto já vem sendo desenvolvido na escola já faz um tempo. Ela mostrou-se muito feliz por que segundo a mesma com o trabalho desenvolvido na escola os alunos passaram a sentirem-se como um cidadão atuante na sociedade conhecendo os seus direitos e deveres.
Frente, refeitório e corredor da Escola Municipal Ruy Carneiro

Fonte: Arquivo pessoal/PROLICEN/2013
         Nesta noite tivemos o contato com a turma do ciclo I e II. No total fizeram-se presente 41 pessoas nesse primeiro momento. Em maioria mulheres e a faixa etária variou entre jovens e adultos.
O nosso objetivo foi de inicio nos apresentar, apresentar o projeto e coletar situações, temas, assuntos que despertassem nos alunos um interesse maior em saber sobre seus direitos e deveres e também saber aonde reivindicar, procurar, reclamar por tais direitos, para que assim formulássemos os nossos círculos de diálogos. 
De inicio os alunos dos ciclos que já participaram do projeto, mostraram-se muito felizes por saber que iríamos trabalhar mais um ano com eles. Fala da aluna “X” da EJA: “O ano passado foi muito bom às palestras de vocês eu mesmo posso dizer que aprendi muito. Muito bom mesmo ver vocês de novo aqui na escola”. 

Os que ainda não conheciam o projeto ficaram bastante empolgados com a novidade, porém tiveram alguns que se manifestam timidez para falar, mas depois que conversamos com eles e explicamos como o nosso projeto se desenvolve e explicarmos que tais situações, como por exemplo, a violência sofrida por uma mulher por seu marido dentro do lar de ambos, o não direito ao assento preferencial nos ônibus coletivos aos idosos, etc ocorrem ou podem vir a ocorrer no cotidiano, eles foram trazendo situações diárias na qual eles queriam mais informações sobre como agir, onde ou com quem reclamar a quem recorrer, etc.
Foi notória a evolução da aprendizagem dos alunos na hora que eles começaram a propor os temas dos círculos. Eles não repetiram os temas dos círculos do ano passado, eles queriam novidades. Um dos alunos relatou o seguinte:
“Ontem quando agente saiu da escola houve um assalto e tinha acabado de passar uma viatura policial por aqui e eles não fizeram nada”. Acho que poderíamos falar sobre isso. Fala do aluno “Y” da EJA.
Adoramos a iniciativa e logo sugerimos que esse círculo fosse sobre Segurança Pública e eles concordaram. Vários outros temas foram surgindo no decorrer da conversa, vindo junto com relatos de violações sofridas. Daí se explica a necessidade de falar, aprender, discutir sobre esses temas. Outros temas sugeridos foram O direito a saúde, a diversidade, corrupção no Brasil, cidadania e trabalho, fiscalização nos órgãos públicos, etc.
Aluno(a)s, professores da EJA Ciclo I e II  e extensionistas
Fonte: Arquivo pessoal/PROLICEN/2013
Ficamos de pesquisar, estudar sobre as questões levantadas e levar todas as informações nas próximas visitas a escola e de acordo com o que registramos formulamos o nosso primeiro círculo de diálogo que será sobre Segurança Pública. Despedimos-nos dos alunos e da equipe pedagógica e nos mostramos muito gratas por termos sido bem recebidas mais uma vez na escola.
Assim como em todos os anos o projeto: Educação em Direitos Humanos: construindo o sujeito de direitos nas salas de EJA, vinculado ao programa de Licenciatura da UFPB está em parceria com a Escola Municipal Ruy Carneiro, a fim de fazermos no final do ano, mais especificamente em dezembro uma culminância, onde serão apresentados todos os trabalhos como, por exemplo, cartazes, varal de notícias, maquetes, etc resultados dos círculos de diálogos desenvolvidos no decorrer do ano.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
                        O que pode-se notar é que o público da EJA tem o conhecimento de muito dos  direitos que eles como pessoas humanas abrangem, porém eles não sabem aonde ou a quem recorrern para reivindicar tais direitos, por tanto é de suma importância a coleta de dados,  para assim formar os círculos de diálogos, pois diante dessa metodologia só abordaremos temas de acordo com as necessidades dos mesmos.
            Nota-se que construir sujeitos de direitos nas salas de EJA é uma missão não muito fácil, pois os mesmos já estão tão acostumados com a realidade que o cercam, ou seja, já estão acostumados a ter vários de seus direitos violados no cotidiano que eles são desesperançosos em uma realidade diferente, onde haja um respeito mútuo, um espírito de solidariedade, onde possa-se viver dignamente, porém também não é uma missão impossível, caberá ao educador ter uma postura reflexiva de seus direitos e deveres para com a sociedade em que vive e passa-las aos seus educando buscando sempre a transformação e melhoria da sociedade em que vivemos.
Flávia Tavares Gomes
Graduanda de Pedagogia/UFPB
Voluntária do Projeto Educação em Direitos Humanos: construindo um sujeito de direitos nas salas de EJA, PROLICEN/UFPB/2013.
Membro do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da UFPB

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Para Reflexão


V COLÓQUIO INTERAMERICADO DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS: Fronteiras e Horizontes Comuns em EDH - IV PENSAR DIREITOS HUMANOS – 11 a 13 de setembro/ Goiânia- Goiás


Os Colóquios Interamericanos de Educação em Direitos Humanos são uma iniciativa da Universidade Nacional de Quilmes e Argentina. Desde 2006, foram realizados quatro colóquios, três deles na Argentina e um no Chille (2012). Dessa iniciativa, em 2011 se criou uma rede latinoamericana, com o apoio do Ministério da Educação da Argentina. A Rede Interamericana de Educação em Direitos Humanos (RIEDH) reúne atualmente pesquisadores de diferentes países com o propósito de intercambiar experiências e aprofundar questões conceituais e praticas referentes à Educação em Direitos Humanos.
A escolha do Brasil/Goiânia, para sediar essa quinta edição, foi uma decisão tomada no processo preparatório do IV Colóquio, e teve como ponto central problematizar e avaliar os recentes avanços institucionais no campo da EDH aqui no país.
Como já é de conhecimentos de todos, nosso grupo de estudo em DH, desenvolve um trabalho pela afirmação dos Direitos Humanos Educacionais dos Jovens e Adultos, em escolas da rede municipal de João Pessoa. Assim, não poderíamos ficar de fora desse evento e viajamos (a Dra. Maria Elizete Guimarães Carvalho - Professora da Universidade Federal da Paraíba – UFPB, Maria das Graças da Cruz Barbosa - Mestranda em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação/PPGE da Universidade Federal da Paraíba-UFPB; e em Direitos Humanos pelo Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos, Cidadania e Políticas Públicas/PPGDH/UFPB e Flávia Tavares Gomes - Graduanda do Curso de Pedagogia da UFPB) para Goiânia para participar do acontecimento.
Também participaram do Colóquio os Professores do NCDH da UFPB: Giuseppe Tosi, Lucia Guerra, Adelaide Dias, Nazaré Zenaide e mestrandos do PPGDH.
No primeiro dia de atividade do Colóquio (11/09/13-quarta-feira), ocorreu o credenciamento dos participantes no evento e a abertura oficial do mesmo, contando com a participação de grandes nomes no que se referem à afirmação do DH no Brasil, tais quais  como a Dra. Maria do rosário Nunes - Ministra chefe da Secretaria dos DH, a Dra. Maria Nazaré Zenaide – coordenadora do Comitê Nacional de EDH/SDH, o Dr. Henrique Tibúrcio – OAB/GO, etc.
Das 19h às 21h houve a conferência de abertura com a mesa redonda - America Latina fronteiras e horizontes comuns em EDH, ministrada pela Profa. Luisa Ripa Alsina e a Profa. Mônica Fernández – UNQ- Argentina. Logo após a palestra foi servido um coffee break ao som de uma boa música como forma de oferecer às boas vindas aos inscritos no Colóquio.
As atividades iniciavam-se as 8h da manhã com mesas redondas, exposições de pôsteres, Gts e se dava ao longo do dia entrando na noite.
No segundo dia (12/09/2013- quinta-feira) optamos em participar da mesa redonda que teve como título: Formação de professores em EDH, com a professora Vera Candau (PUC/RJ-Brasil) e a Profa. Mariana Blengio Valdis (UdelaR/Cátedra de DH –UNESCO, Uruguay) sob a coordenação do Prof. Flávio Alves Barbosa (URG- Brasil).
De modo sintetizado logo abaixo estão os pontos do que foi debatido nessa mesa redonda:
ü   A violação ao direito de ter uma Educação em Direitos Humanos ocorre na infância e ninguém percebe;
ü  Ao trabalhar com DH precisamos compreender que os princípios da dignidade e diversidade tem que ser respeitados em sua totalidade;
ü  Os DH não devem ser vistos como um acessório que se coloca e que se tira ao desejar, mas tem que ser visto e percebido como algo que está interiorizado em nós.
A Drª Vera Candau (PUC/RJ) começou sua fala questionando se os professores de hoje são multiplicadores de DH e que condições teríamos para desenvolver a condição de interiorizar os DH em nós.
ü  Os DH vivem na oscilação entre afirmação e violação;
ü  Os DH são um eixo fundamental na sociedade contemporânea;
ü  Após a Constituição de 1988 o Estado pensou em ações afirmativas para garantir os DH de modo sistemáticos;
ü  O que precisamos é de formação continuada para nossos professores, pois são eles que ajudaram na afirmação dos DH;
ü  A escola é o lugar perfeito para formar agentes multiplicadores do DH;
ü Como deve ser a formação continuada desses professores?
ü Os DH tem que ser um eixo orientador do Projeto Político Pedagógico-PPP;
ü Trazer para o existencial a teoria dos DH;
ü As estratégias metodológicas ao trabalhar com DH tem que ser coerente com uma visão contextualizada;
ü A EDH transforma mentalidades e comportamentos para atuarem na tão idealizada sociedade;
Por fim Vera Candau encerrou sua fala de forma brilhante dizendo que:
Falar sobre Direitos Humanos e educar em Direitos Humanos são coisas diferentes!
No mesmo dia, 12/09 assistimos a segunda mesa redonda que se iniciou às 10h45 e foi até às 12h45. Trazendo como título: Fundamentos-Teóricos- Metodológicos da EDH, coordenada pelo Prof. Pedro Wilson Guimarães – AMMA.
Resumo:
  •  O diálogo como ferramenta da EDH;
  •      Paulo Freire como referência da EDH;
  •      Não apenas ser, mas ser mais;
  •       Mudança cultural;
  •  Educar em DH é sensibilizar!
  •          EDH tem que ter uma metodologia ativa e crítica;
  •    Ética do discurso

Obs: Segundo Habermas para entrar no dialogo é preciso ser: Verdadeiro, provocador e desafiador;
Durante a tarde a mestranda em Direitos Humanos e Educação pela UFPB Graça Cruz e a Profa. Dra.. Maria Elizete Guimarães Carvalho apresentaram no GT 3 – EDH: Direito à Memória,à verdade e â Justiça na América Latina o trabalho intitulado Educação em Direitos Humanos e Memória da Educação: O Movimento Brasileiro de Alfabetização – MOBRAL (Relembrar para não mais esquecer).
O trabalho em questão é resultante dos estudos realizados pela Graça no Mestrado em Direitos Humanos da UFPB, que objetivam recuperar a memória histórica do MOBRAL, tomando a Educação em Direitos Humanos como prática pedagógica fomentadora do direito à preservação/reconstrução dessa memória. Para tanto, reporta-se aos estudos de Barbosa (2007); Freire (2000, 2002, 2004, 2011); Ferreira (2007); Germano (1994); Jannuzzi (1979); Saviani (2008), entre outros.  
Tal trabalho tem por propósito reconstituir as memórias dessa experiência educacional (MOBRAL), discutindo sua concepção de alfabetização e educação, contribuindo para preservação da memória de fatos educacionais que sofreram amnésia coletiva, considerando o direito à memória e o direito à verdade sobre esses acontecimentos. Rememorar o MOBRAL implica reconstruir a lembrança de um momento histórico marcado por violações aos direitos humanos, refletido na política e na prática de alfabetização de adultos, um modelo funcional vazio de saberes e de sentidos.
No terceiro e ultimo dia do Colóquio (13/09/2013-sexta-feira), assistimos pela manhã a mesa redonda: EDH: Direito à Memória, à verdade e â Justiça na América Latina coordenada pela profa. Heloisa Esser (CIDARQ/UFG- Brasil) e ministrada pelo prof. Solón Viola (INISINOS-Brasil) e Dr. Agustín Di Toffino (Consejo Federal de DDHH-Argentina).
Resumo:
   ü  O Brasil é um país do não me lembro;
   ü  A política de esquecimento que temos é voltada/motivada pela educação que vivemos atualmente;
ü  O privilegio de um, gera violação dos DH no outro;
ü  A escravidão é apenas uma das violações sofridas por seres humanos que é abertamente apresentada e contada;
ü  É preciso superar a dor, mas jamais esquecer.
À tarde a graduanda em Pedagogia pela UFPB Flávia Tavares Gomes e a Dra. Maria Elizete Guimarães Carvalho, apresentaram no GT 22: EDH: movimentos sociais, Educação popular e Extensão universitária o trabalho: Relatos de experiências de uma educação em Direitos Humanos nas salas
de EJA.
          Educação em direitos humanos: construindo o sujeito de direitos nas salas de EJA, vinculado ao Programa de licenciaturas PROLICEN/UFPB. Tal projeto tem como base a metodologia freiriana, onde usa o dialogo como ferramenta primordial para uma educação ativa, reflexiva e emacipatória.
  O objetivo do trabalho apresentado foi disseminar o projeto de extensão:
 Durante a apresentação foi relatado que nas escolas campo onde o projeto foi desenvolvido ocorreram os círculos de diálogos inspirados nos círculos de cultura usado por Paulo Freire. Nesses círculos ocorreu a troca de conhecimento, pois tanto a equipe extensionista levou conhecimentos e informações como também escutou experiências de violações aos DH sofridas ou vistas por esse público. 
Tal projeto vem sendo desenvolvido desde o ano de 2007 e utiliza-se da Educação em Direitos Humanos como ferramenta pedagógica necessária para despertar nos educando jovens e adultos a motivação pela conquista e defesa da cidadania ativa.
Foram expostos pela graduanda Flávia alguns dos resultados alcançados com o projeto, a exemplos:
  •  Possibilitou aos alunos da EJA e graduandos de Pedagogia, um aprofundamento da noção e do debate acerca dos direitos humanos;
  •         Diálogo sobre a efetivação de direitos;
  •       Diálogo sobre o Cumprimento de deveres;
  •         Troca de experiências e de aprendizado;
  •         Construção de um sujeito ativo e consciente.

Por fim, concluo que o V COLÓQUIO INTERAMERICADO DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS: Fronteiras e Horizontes Comuns em EDH - IV PENSAR DIREITOS HUMANOS, realizado de 11 a 13 de setembro em Goiânia/Goiás foi muito enriquecedor para aqueles que no seu discurso e fazer diário luta pela afirmação dos DH, usando a EDH como subsídio para alcançar futuramente uma sociedade igualitária e justa.
A participação no evento fez-me refletir que em um passado não muito distante, o governo da Ditadura Militar no Brasil, prendeu, torturou, assassinou e desapareceu com jovens estudantes, professores, operários, camponeses, indígenas, religiosos, jornalistas e outros que ousaram sonhar com um país livre, porém hoje a polícia do nosso Estado continua sequestrando, desaparecendo, prendendo e torturando cidadãos brasileiros.

O desrespeito à Constituição Brasileira e aos Direitos Humanos do passado e do presente só será banido do nosso país com a busca da verdade para a reconstrução da história e a promoção da justiça. Para tanto resgatar a memória esquecida do passado e participar/atuar em projetos de extensão que tenham os DH como base é grandiosamente importante e imprescindível para a disseminação de uma prática que luta por uma sociedade melhor.
                                     

Flávia Tavares Gomes
Graduanda de Pedagogia/UFPB
Bolsista do Projeto Educação em Direitos Humanos: construindo um sujeito de direitos nas salas de EJA, PROLICEN/UFPB/2013.
Membro do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da UFPB

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Celebração...

O nosso grupo de estudo esteve reunido no último dia 22 de agosto para celebrar/comemorar desta vez os aniversários do meses de Janeiro a Julho das participantes do ambiente: Luciana Martins, Priscylla do Nascimento, Flávia Gomes, Rita de Cassia, Maria das Graça e da nossa querida coordenadora Maria Elizete. 

Foi um momento de compartilhar muitas risadas e planos para o futuro de todas e todos!

Confiram as fotos!

















Flávia Tavares Gomes
Graduanda de Pedagogia/UFPB
Bolsista do Projeto Educação em Direitos Humanos: construindo um sujeito de direitos nas salas de EJA, PROLICEN/UFPB/2013.
Membro do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da UFPB